sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Reportagem do Jornal Gazeta de Alagoas


População reclama de mudanças em Base Comunitária
Ampliação em área de cobertura teria feito crescer a violência
| FÁTIMA ALMEIDA - Repórter
Três meses de implantação, e a população já tem queixas sobre o funcionamento da Base de Polícia Comunitária no conjunto Osman Loureiro. O problema, segundo o presidente da Associação dos Proprietários, Comerciantes e Moradores do residencial, Fábio Brêda, é que a área de cobertura da unidade foi ampliada para outras comunidades e, dessa forma, os policiais não estão tendo condições de trabalhar dentro da concepção do programa, o que tem prejudicado a comunidade.“O projeto de Polícia Comunitária não está sendo aplicado como foi apresentado, porque os policiais têm que tomar conta, agora, de cinco áreas. Dessa forma, as visitas comunitárias, que são parte importante desse projeto, tiveram que ser suspensas e só agora estão sendo retomadas”, diz ele.
O chefe do núcleo de Polícia Comunitária da PM, major Cícero Silva, confirma que a área de atuação da base do Osman Loureiro foi ampliada “porque ela foi criada com uma área menor do que o programado para esse serviço”, mas afirma que “o trabalho continua sendo efetuado dentro da filosofia de Polícia Comunitária”. Ele disse que os policiais da unidade estão fazendo, também, a ronda cidadã nas áreas agregadas – Compom, Rosane Collor, Colibri, Colina dos Eucaliptos e adjacências – mas afirmou que as visitas comunitárias continuam sendo feitas no Osman Loureiro e no Colina 2, e que o comando da PM já estuda a necessidade de aumentar o contingente policial com mais uma guarnição para a área.
Fonte: Gazeta de Alagoas

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